sexta-feira, 22 de setembro de 2017

No meu iPod #131



Bom fim-de-semana!

Vinha no carro a ouvir rádio...

Quando começam a dar as notícias e falam sobre o que disse Fernando Gomes, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, sobre as críticas à arbitragem em Portugal. Ora dizia ele que "O constante tom de crítica em relação à arbitragem é inaceitável e impróprio de um país civilizado." E eu, apesar de concordar em 100% que toda a atitude da nossa sociedade em relação ao futebol é tudo menos própria de um país civilizado, não pude deixar de me rir. Porque... onde é que nós somos um país civilizado? Portugal? Os portugueses? Oi? O senhor deve viver num país diferente do meu, com certeza. Um país onde continuamos a adorar touradas, onde as praxes existem e são aclamadas, onde há gente à pancada a torto e a direito, onde há lixo por todo o lado e ninguém cuida sequer das suas casas. Temos muitas qualidades, sem qualquer dúvida, somos incrivelmente hospitaleiros, temos a melhor comida do mundo e algumas das paisagens mais bonitas. Mas epa, não me lixem, civilizados é que não somos.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Um cabelo (quase) novo com óleo de côco

Já tinha ouvido falar várias vezes nas mil maneiras de utilizar óleo de côco (principalmente nesta Mixórdia incrível), mas como não sou muito de modas, não liguei grande coisa. Só que entretanto vi um vídeo onde uma rapariga mostrava como o seu cabelo (lindo!) ficava com óleo de côco e soube que tinha de experimentar. O meu cabelo está bastante grande e muito seco, cheio de volume, uma chatice. Ando com alguma vontade de o cortar (muito), mas achei que valia a pena, primeiro, ver se consigo que fique mais saudável e bonito. Posto isto — e como quero sempre tudo para ontem — fui até ao Celeiro e comprei óleo de côco extra virgem (sem qualquer outra adição). Em casa apercebi-me de que o óleo estava demasiado sólido e que não iria conseguir colocá-lo no cabelo, por isso pus um bocadinho no microondas e pronto, ficou completamente líquido. (Ficou também quase a ferver, por isso toca de esperar um bocadinho para não ficar sem dedos.) Apliquei desde um pouco acima do meio do cabelo — uns 4 dedos abaixo das raízes — até às pontas. Quando coloquei o óleo pensei que ia ficar com tudo oleoso tal era a quantidade, mas passado um bocado o cabelo já tinha absorvido grande parte, sinal de que estava mesmo a precisar. O cheiro é mesmo muito bom, mas passado uns minutos já estava a enjoar (esquisitinha pá). Deixei actuar mais ou menos uma hora (o tempo de ver um episódio de Downton Abbey) e lavei. A sensação de que o cabelo tinha ficado muito mais macio foi imediata e conforme fui secando ficou ainda mais perceptível. Não ficou espectacular, mas ficou muito melhor, sem qualquer dúvida. Por isso, a ideia agora é usar uma vez por semana durante uns tempos para ver se fica mais bonito, suave e saudável. Depois devo ir espaçando ou até deixar de o fazer que eu sou rápida a fartar-me das coisas. Por enquanto, gostei muito, cheira lindamente, está macio e pode ser que tenha descoberto uma incrível maneira de deixar de me passar com esta juba de leão.

Quem já experimentou? :) Conhecem mais formas incríveis de usar óleo de côco?

Comprei este, no Celeiro, por cerca de 5€.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Está tudo bem, obrigada

Não sei como nem porquê, mas é-me bastante fácil fingir que está tudo bem. Não com toda a gente, claro, mas com a maior parte das pessoas. Finjo os sorrisos, finjo as conversas, finjo que estou bem. E ninguém questiona. Ninguém percebe. Em nenhum momento achei que pudesse vir a ser uma boa actriz, nunca pus sequer em hipótese de vir a ter alguma coisa a ver com o teatro, mas aqui estou eu, com um emprego que nada tem a ver, mas a ser uma óptima atriz no dia-a-dia. A culpa é minha, obviamente. Podia ser uma daquelas pessoas que se queixa de tudo e mais alguma coisa, que diz que não está tudo bem, que explica e conta cada pormenor da sua vida. Mas não sou. Ninguém sabe aquilo que eu sinto, ninguém sabe aquilo por que passei, ninguém sabe que a maior parte dos sorrisos que mostro são fruto de muitos dias a fingir.

Não estou bem há demasiados dias. Não estou bem, não faço ideia quando voltarei a estar bem e estou muito cansada de fingir que está tudo bem.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Breve passeio por Sintra

Ontem o dia foi bem longo, começou logo às 7 da manhã com o raio do despertador. Precisava de chegar cedo ao trabalho e assim foi. Trabalhei que nem uma moura e almocei em 10 minutos, porque precisava de sair mais cedo para ir a uma consulta. A consulta foi em Sintra, por isso depois ainda demos um óptimo passeio por aquela vila que eu tanto gosto. Comi um waffle super calórico na Ale-Hop e deitei por terra as 3 corridas que já fiz esta semana. Mas que se lixe, só se vive uma vez! Depois ainda fomos até à terrinha jantar com os meus pais e deixar a Maisie, que fica por lá enquanto vamos todos ao casamento da minha querida prima. Entretanto, parece que hoje é sexta-feira (iupi!) e se aproxima então um fim-de-semana pelo Alentejo, mais um dos meus lugares preferidos, e não posso deixar de me sentir feliz por ter tantos lugares maravilhosos a que posso ir tantas vezes. (Também tenho dias merdosos e porcarias na vida que não lembram a ninguém, mas esses desabafos ficam para outro dia.)

Bom fim-de-semana, pessoas :)