quarta-feira, 28 de junho de 2017

Juntos por todos: o concerto de ontem à noite

Ainda no dia anterior tinha estado na Meo Arena para me emocionar a ver os grandes Aerosmith com um concerto absolutamente incrível. Ontem voltei a emocionar-me com o concerto que juntou artistas, apresentadores, estações de rádio (estava a dar em TODAS), canais de televisão e todos os portugueses. O concerto de ontem foi uma clara cópia do concerto Love Manchester, que ocorreu no início deste mês em homenagem das vítimas do ataque naquela cidade. No entanto, conseguiu ser uma cópia incrível e muito bem conseguida. Adorei a união e a falta de rivalidade entre todos, adorei alguns artistas, adorei a quantidade de dinheiro que todos conseguimos angariar. Honestamente, só não estive presente porque tinha o concerto no dia anterior e ia ser demasiado cansativo, mas a Meo Arena encheu e as contas para ajudar todos os afectados também. Pensei escrever este post centrado no final que o Salvador nos deu, mas o concerto foi tão cheio de momentos bonitos, tão cheio de emoção, que preferi esquecer um momento mau, completamente desnecessário, e centrar-me no mais importante. Até porque um evento tão grandioso não deve ser esquecido porque uma das pessoas esqueceu por momentos o que estava ali a fazer. Por isso, em vez de replicarmos vezes sem conta as tristes palavras que o Salvador se lembrou de dizer, repliquemos a mensagem importante a passar e ajudemos sempre! Não apenas ontem, nem hoje, nem amanhã, mas sempre.

O meu momento preferido.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Curtas e rápidas

Consegui estragar mais um iPhone, por isso agora estou sem telemóvel há dias e sem previsão de quando o voltarei a ter de novo (o seguro demora uma eternidade). Estou, por isso, super ausente também do Instagram. Ontem fui ao concerto dos Aerosmith e foi incrível (depois conto melhor), mas hoje tenho uma soneira que não se aguenta. Finalmente o calor acalmou e isso agrada-me muito. Não vou ao ginásio há não sei quantos dias, mas são mais do que é suposto. Vi um episódio do Poirot de um livro da Agatha Christie que tinha acabado de ler e foi bem giro. Agora estou a ler Lesley Pearse. No fim-de-semana andámos pela Arrábida e fomos ao Colombo, mas ainda não meti os pés nos saldos (nem conto meter). Estou a precisar de tempo, de férias e de calma. O blogue está em 2523423º plano e isso custa-me, mas tem de ser. E o que tem de ser, tem muita força.


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Sobre o facto do tempo passar demasiado depressa

Desvantagem:
Caraças que não tarda nada tenho 80 anos e lá se foi uma vida mais ou menos incrível.

Vantagem:
Não tarda estou de férias! Ieeeeei.

Hoje começa o Verão

E eu já tive várias vezes vontade que ele se fosse embora, apesar de ainda nem ter chegado. A noite que passou finalmente foi mais fresca que as anteriores, em que nem sabia que raio fazer para arrefecer o corpo. Agora que o Verão vai chegar oficialmente parece que as temperaturas vão finalmente baixar um bocadinho. E eu agradeço, não só por mim, mas pelo país.

De qualquer forma, sê oficialmente bem-vindo Verão, acho que continuas a ser a minha estação preferida, até porque não tarda estarei de férias e admito que as idas à praia são sempre muito bem recebidas!

terça-feira, 20 de junho de 2017

Voltar a Paris

Deitei-me com saudades de Paris e acordei com saudades de Paris. Não me lembro, honestamente, de uma altura em que tenha sido mais feliz do que fui naquela cidade. Não sei porquê, mas sempre gostei de Paris, mesmo antes de lá ter ido. Tinha estado em França quando era mais pequena, mas tenho poucas memórias das cidades. No entanto, desde que me lembro que a minha viagem de sonho era Paris. Calhou ir lá na altura mais feliz de toda a minha vida. Foi uma viagem maravilhosa, a melhor de sempre, fiquei completamente apaixonada pela cidade e apetece-me voltar todos os dias. No entanto, quando voltei de lá tive também a pior fase da minha vida. O maior murro no estômago, a maior dor que alguma vez senti. Por isso, estar em Paris, passear por aquelas ruas incríveis, celebrar os meus 26 anos na Disneyland e conhecer o Natal parisiense foi a última semana feliz que tive. É triste admitir, pode parecer exagerado até, mas, desde então, nunca mais consegui encontrar essa felicidade. E acreditem: eu tentei, eu tentei mesmo muito. Mas não consigo. E às vezes, quase sempre, desejo muito voltar a Paris. Só para tentar ir buscar a felicidade que me roubaram. Apesar de saber que ela não está lá, às vezes prefiro acreditar que talvez ainda a encontrasse. Algures, numa das ruas iluminadas e cheias de alegria, naquela cidade que será sempre a última em que fui feliz.

Tenho tantas saudades de Paris.