segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Os piores looks | Óscares 2016

Não sei porquê, mas tenho a sensação que esta gala dos Óscares foi onde existiram mais looks que não gostei. Mas como disse eu não sei se faria melhor, é bastante provável que não. Por isso é melhor estar calada.

Amy Poehler

Os looks assim-assim | Óscares 2016

Sophie Turner
Gosto de tudo neste look até chegar à racha e às sandálias, não gosto... não sei bem porquê. Mas adoro a cor e a parte de cima do vestido.

Os melhores looks | Óscares 2016

Eu posso gostar desta coisa da moda e tendências e não sei quê, mas no fim o que me importa mesmo é se olho para um look e digo: sim senhora, gosto muito. Quanto aos vestidos dos Óscares (porque é que ninguém se importa com os smokings?) sou muito prática: gosto, não gosto, gosto mais ou menos. Até porque não gosto muito de criticar, porque quem me diz que eu faria melhor? Provavelmente seria a pior vestida de todo o sempre, que isto nunca se sabe...

Mas adiante, vou começar por mostrar aqueles que foram para mim os melhores looks da noite. Já volto com os restantes.

Eddie Redmayne e Hannah Bagshawe
Para mim foram o casal mais bem vestido da noite, ficam tão bem juntos e o vestido dela é mesmo muito bonito. Ele está simples e sem invenções. Gosto muito.

Óscares 2016

Este ano não vi praticamente nenhum dos filmes que estavam nomeados, só mesmo o The Revenant e o Inside Out. E mais uma vez não consegui ver a gala ao vivo, tendo em conta que é transmitida a horas proibitivas, mas irei com certeza vê-la assim que conseguir. Mesmo assim ainda vi um bocado e já sei (está em tooooodo o lado) que o Leonardo DiCaprio levou o tão aguardado Óscar para casa. Quanto à red carpet, que gosto sempre tanto de ver, estive agora a espreitar o que passou por lá e... já volto!


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Somos um país de anormais

Há por aí um canal chamado CM TV, não sei se conhecem, mas se por acaso não conhecem deixem-me dar-vos os parabéns e dizer-vos que não estão a perder absolutamente nada. Eu sei que ele existe, mas admito-vos aqui que nunca em momento algum me pus a ver o que dá por lá. Primeiro, porque não vejo televisão tipo... nunca. E segundo, porque mais depressa me punha a ver a MTV e os seus programas de miúdas de 15 anos grávidas. Ou a TVI e o Big Brother ou lá o que dá agora. Mas como sou uma pessoa que não vive propriamente debaixo de uma pedra (às vezes apetecia) sei mais ou menos o tipo de canal que é a CM TV, até porque conheço o tipo de "jornalismo" que o jornal Correio da Manhã sempre praticou. Sei que tudo o que dá nesse canal é essencialmente lixo e "reportagens" absolutamente anormais. Sei também que há muita gente a ver essa porcaria. E é nesta parte que fico mesmo de queixo caído. Mas só até me lembrar que vivemos neste país de anormais. Onde muita gente achará normal um canal televisivo passar durante 2 horas o velório de uma criança... Duas horas... Velório de uma criança... Céus. Isto tudo com comentários muito assertivos e altamente intelectuais da Maya e do Nuno Graciano. Desculpem, mas nem sequer vou dizer-vos que tive o desprazer de ver tal emissão, porque não vi nem quero ver. Basta-me ter tomado conhecimento disto através da internet para saber que é algo que não quero ver. E digo-vos, dá-me mesmo uma vergonha alheia muito grande saber que este é o tipo de coisas que as pessoas gostam de ver na televisão. É que antes ver telenovelas com irmãos a apaixonar-se e gente sempre às turras. Antes ver a porcaria da Quinta das Celebridades com pessoas que são tudo menos célebres. Tudo menos ver a merda de um programa que emite o velório de uma criança de 3 anos. Porra pá.

São só palavras #8

De manhã, quando acordamos existem uns segundos em que não nos lembramos bem onde estamos, que dia é nem que horas são. Não sabemos bem o que aconteceu ontem nem o que vamos fazer hoje; se o que recordamos vagamente foi real ou fez parte de um sonho. Esse pequeno momento, tão rápido, é a parte mais confusa e maravilhosa do meu dia.

Escrito a 21 de fevereiro de 2014.

Look #88: kind of sandstorm

Sometimes fate is like a small sandstorm that keeps changing directions. You change direction but the sandstorm chases you. You turn again, but the storm adjusts. Over and over you play this out, like some ominous dance with death just before dawn. Why? Because this storm isn't something that blew in from far away, something that has nothing to do with you. This storm is you. Something inside of you. So all you can do is give in to it, step right inside the storm, closing your eyes and plugging up your ears so the sand doesn't get in, and walk through it, step by step. There's no sun there, no moon, no direction, no sense of time. Just fine white sand swirling up into the sky like pulverized bones. That's the kind of sandstorm you need to imagine.

Este look esteve quase para não ser partilhado, porque quando tentámos fotografá-lo estava uma ventania que nem vos passa pela cabeça. O que foi uma pena, porque gostei mesmo do sítio e do verde da relva a combinar com os ténis. Um dos objectivos era mostrar-vos esta camisola da Springfield, principalmente o pormenor nas costas, mas como podem verificar o vento não foi mesmo nada amigo. De qualquer forma penso que vale a pena partilhar, é um look simples, descontraído e com alguma cor para animar estes dias tão cinzentos.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

É capaz de ser melhor sair do site da Zara...

Tão super apaixonada por estas pecinhas lindas.
aqui

Gangas e mais gangas

Eu não quero meter a mão no fogo, mas quase que podia jurar que esta vai ser a grande tendência da nova estação: gangas. Elas estão por toooooodo o lado, num registo muito jovem e descontraído, com várias aplicações de frases e outros adereços divertidos. Há coisas giras e outras medonhas, eu cá prefiro as peças mais simples, mas isto é todo um novo mundo com muito para explorar. Ora vejam.

aqui

Como é viver num jardim zoológico?

Já o disse aqui por várias vezes: tenho 5 cães e uma gata em casa. Isto para falar de mamíferos, porque se quisermos incluir tudo tenho ainda duas tartarugas enormes e um aquário gigante que já teve mais peixes (às vezes decidem morrer todos de uma vez). Já há muitos anos que a minha casa é conhecida como o jardim zoológico. As minhas amigas brincam, a minha família goza e toda a gente se diverte muito e acha estranhíssimo uma casa com tanta bicharada. Mas a verdade é que eu já estou muito habituada e a minha casa é bem mais do que isso. Posso dizer com conhecimento de causa (e opiniões sinceras de muita gente) que a minha casa não cheira a cão e não, não há pêlos por todo o lado. O que há na minha casa é bichos um pouco por toda a parte, a gata anda sempre por perto e aparece nos sítios mais estranhos, metemo-la no quintal e dois segundos depois ela já está dentro de casa (há sempre janelas abertas). Há cães que gostam mais de estar no terraço e outros que fazem de tudo para estar no sofá. De manhã é raro não acordar com bichos a ladrar e/ou a uivar, e à noite, não importa que horas são, tenho a Maisie a dar-me as boas vindas da sua casota, à espreita. Os meus cães não dormem nas nossas camas (pelo menos não na minha), aliás temos mais casotas do que cães, mas eles gostam mais de dormir juntos. Na minha casa há sempre coleiras e trelas por todo o lado e pratos de ração espalhados por toda a parte. Há sempre o cuidado de ver se as tigelas estão cheias de água e se os cães estão todos em casa ou algum fugiu para a rua. Esta é a casa onde nunca estamos sozinhos, há sempre um alguém de quatro patas para nos fazer companhia. Esta é a casa onde existem mais animais do que pessoas. E somos tão felizes assim.


No meu iPod #84


Bom dia!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

São só palavras #7

Este mundo não é para mim. 
Tal como um pássaro que nasceu sem asas e não percebe porque raio foi parar a um mundo em que todos os outros pássaros voam sem limites.

Eu sou um pássaro sem asas que vive num mundo cheio de pássaros a voar.

Escrito a 9 de Agosto de 2014.

I wish...

(wish and need)

aqui

Look #87: bird by bird

Writing and reading decrease our sense of isolation. They deepen and widen and expand our sense of life: they feed the soul. When writers make us shake our heads with the exactness of their prose and their truths, and even make us laugh about ourselves or life, our buoyancy is restored. We are given a shot at dancing with, or at least clapping along with, the absurdity of life, instead of being squashed by it over and over again. It's like singing on a boat during a terrible storm at sea. You can't stop the raging storm, but singing can change the hearts and spirits of the people who are together on that ship.


É bem provável que durante algum tempo não apareçam muitas peças novas por aqui. Mas isto será também uma óptima oportunidade para me obrigar a criar looks com peças que já tenho há algum tempo e das quais me esqueço. Até porque toda a gente sabe que a moda é cíclica e, por exemplo, estas calças podem já não estar à venda na Zara, mas haverão com certeza outras parecidas, assim como a camisola que já tem tantos anos que lhes perdi a conta. Na realidade a moda é intemporal e eu gosto mesmo disto de brincar com as peças e fazer novas conjugações. Divirto-me mesmo e é todo um novo mundo de possibilidades. Espero que gostem!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

De volta à escola #11

Agora que não estou a trabalhar, seria de esperar que ir as aulas fosse mais fácil e menos cansativo. O problema é que continuo a acordar relativamente cedo e tenho sempre mil coisas para fazer (juro). Por isso quando tenho de rumar a Lisboa para ter aulas às 18h30 já vou cansada. Imaginem quando chega às 23h e ainda estou a tentar assimilar matéria... Não é fácil. Nunca foi na verdade, já vos tinha dito por aqui, mas pensei mesmo que se tornasse mais fácil não estando a trabalhar. Mas sinceramente? É igual. Ou pior. Mas eu sempre soube que quanto "menos" coisas temos para fazer, menos vontade temos de as fazer.

Live in the sunshine, swim the sea, drink the wild air


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A minha Sofia

Eu não tenho muitos amigos, é verdade, contam-se pelos dedos aliás, mas tenho duas melhores amigas. Duas amigas que conheço há anos e anos, desde bem pequeninas. Elas sabem perfeitamente tudo o que significam para mim e o quanto gosto delas. Mas eu escrevo, é quem eu sou e o que gosto de fazer, e por isso, teria de escrever também para elas, outra vez, mais uma vez. Hoje não vou escrever para elas, mas sim para uma delas. A Sofia. Eu conheço a Sofia desde sempre, desde que me lembro de existir. Lembro-me exactamente de como ela era, até porque continua praticamente igual. Nós crescemos juntas, tenho esta sorte enorme de manter contacto com várias pessoas com quem cresci, lado a lado. Fomos crianças, fizemos tantas parvoíces, depois entrámos naquela fase da pré-adolescência e fomos tudo o que faz parte nessa altura. Ela apaixonou-se muitas vezes e eu era a sua companheira de aventuras. Sempre bastante mais desinteressada por rapazes. Ela não, era crescida, com uma maturidade bem diferente da minha, que era tão criança. Ela era assim e era a responsável. Eu queria faltar às aulas, mas ela não deixava, estava sempre atenta às horas e lá íamos nós, fazer o que tem de ser feito. Éramos faladoras e sempre criticadas nas reuniões de pais, tínhamos muita coisa a dizer uma à outra, é verdade. E a Sofia cresceu, eu cresci, tornámo-nos as pessoas que somos agora. Mulheres? Parece-me bastante difícil de acreditar... Mas sim, deve ser isso que somos agora. Eu sou reservada e ela sabe disso, mas conhece-me como ninguém. Sabe perfeitamente quando dizer a coisa certa e quando eu preciso de espaço, porque sou assim, pronto. Nem as minhas melhores amigas sabem o que sinto. Não é defeito, é feitio. E ela sabe disso. Mas também sabe que irei correr para ela sempre que precisar e que tem aqui alguém para onde pode correr sempre. Sempre. Passámos por tanta coisa juntas, a vida mudou, chegaram novas pessoas, essas pessoas foram-se embora, mas nós ficámos. As três. Ficámos sempre juntas, algo que eu tinha medo que não acontecesse, mas agora acredito que vai durar para sempre. Sempre as três, mais de 20 (porra) anos juntas. Nós somos as três, sempre as três. Mas hoje este texto é para a Sofia, porque ela vai passar um tempo longe e isso dói-me um bocadinho. Muito, vá. Mas é o que ela quer, é o que é melhor para ela e ela vai estar bem, feliz. Longe, mas feliz. A Sofia foi a única pessoa neste mundo que me escreveu uma carta que me fez chorar, no dia em que fiz 25 anos. Eu que não choro nem com filmes bastante lamechas. Eu que finjo ser dura, uma pequena pedra sem sentimentos. Mas ela sabe que é mentira. E eu também. A Sofia é uma pessoa muito importante para mim, a melhor amiga que alguém pode ter neste mundo. E eu vou ter muitas saudades dela.

Look #86: leather and flowers

Eu já queria uns calções deste género há algum tempo, mas nunca tinha encontrado uns que gostasse mesmo, até ver estes na Zara. Gosto deles, são versáteis e um modelo que dificilmente irá passar de moda (se passar paciência, cada um usa o que quer e o que gosta). Decidi conjugá-los com uma camisola mais "romântica" para atenuar o registo tão forte e acho que resultou bem. Não sei o que se passou neste dia, se foi de mim, da luz ou do registo fotográfico, mas estou especialmente branca, mais do que o normal. Sabem, eu já fui uma pessoa morena, a sério... No Verão ainda fico, mas dantes era quase durante todo o ano, não sei o que se passou entretanto, mas agora parece que meto pó de arroz na cara. Mas paciência, sou eu e ainda não me deu para usar base.

Estas fotos, mais uma vez, foram tiradas pelo Tiago Marques (vejam o trabalho dele aqui) que teve paciência para me aturar. Ainda tenho de fazer um post especialmente dedicado às pobres pessoas que têm de me fotografar, a sério.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Eu tenho um problema

Estão a ver aquelas pessoas que parecem ter engolido um website inteiro de letras de músicas? Pessoas que sabem as letras de todas (todas!!) as canções, mal começa a dar uma na rádio e pronto, lá está ela a cantar, tudo e mais alguma coisa. E nós achamos: deve estar a inventar a letra toda, não é possível alguém ter tamanha percentagem do cérebro cheia de canções (algumas demasiado más para ser verdade). Pois, mas estas pessoas existem e eu sou uma delas. Prazer. Eu sou a Marisa e sei quase todas as músicas de cor. Sim, eu sou aquela pessoa que canta as músicas quase todas que dão na rádio, em qualquer rádio. Músicas com 50 anos, músicas que foram lançadas ontem. Tudo. E sabem qual é o problema? É que eu ia escrever agora que estava a exagerar um bocadinho, mas não estou. Eu oiço uma música uma vez e na próxima que ela passa na rádio já sei o refrão todo de cor e mais algumas partes. Eu decoro músicas que odeio. E posso estar anos e anos sem ouvir uma música que quando a vou ouvir de novo ainda sei várias partes. Sim, já sei que tenho um problema e ouvi dizer (se calhar numa música...) que o primeiro passo é admitir. Este já está. O que vem a seguir? É que eu gostava mesmo de ocupar a minha memória com coisas mais importantes, tipo... a matéria dos exames. Mas pronto, cada um é para o que nasce. Eu sou uma decoradora voraz de letras de músicas, nada a fazer. Talvez um dia ainda me sirva para alguma coisa.

Sobre os Grammys

Ainda não tive tempo de ver quase nada, nem vencedores nem passadeiras vermelhas, só algumas fotos de passagem. E deixem-me dizer-vos que fiquei com muita vontade de cortar o cabelo. Não me perguntem porquê (Alessandra Ambrosio sai-me da frente).


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Inacabado

Há esta ideia de que algo inacabado é necessariamente mau. Pois eu acho que é uma ideia errada. As pessoas pensam numa coisa inacabada como algo que não foi cumprido, como algo que ficou a meio, que não tiveram coragem de levar avante. Como daquela vez em que se inscreveram num ginásio durante um ano e deixaram de ir na segunda semana. Ou quando aceitaram ajudar alguém e deixaram tudo a meio. Ou quando começaram a tirar um mestrado que se ficou pelo índice da tese. Inacabado é algo que não se acaba, que fica perdido algures no tempo, que alguém se esquece que existe e segue em frente. Sem olhar para trás. Inacabado. Aquelas aulas de Francês que começámos a ter e onde eventualmente só aprendemos a contar até 10. O bolo que ficou a meio, sem chegar a ir ao forno. A estante que está sem prateleiras, na arrecadação, à espera de ser terminada. O livro que ficou por escrever, a meio da história. Eu tenho esta mania de ver as palavras, imaginar exactamente o que elas significam para mim. Se as pessoas forem assim e olharem para a palavra "inacabado" o que será que vêem? Uma circunferência que ficou a meio. Metade de uma ponte. Uma casa sem cor e sem janelas, ainda cinzenta e à espera que alguém se lembre dela. Eu? Eu olho para a palavra "inacabado" e penso que é tudo o que quero. Quero uma coisa que não acabe, que não tenha o seu inevitável fim. Porque tudo acaba, dizem as pessoas. Eu não acho. Não quero acreditar nisso. Nem tudo tem de ter um fim, certo? As coisas mudam, não quer dizer que acabem. Eu quero algo inacabado, que não acabe, sem fim, para sempre.

Inspiration: mix and match

Eu gosto de misturas, o tão conhecido "mix and match", gosto mesmo. Mas tenho mais tendência para misturar estilos do que várias cores. Gosto de conjugar peças mais formais com outras mais descontraídas, mas dentro dos mesmo tons. Sou um pouco monocromática nesse aspecto. No entanto, pegar numa saia muito formal e colocar-lhe uma camisola de lã por cima é mesmo a minha onda. Esta inspiração é toda com peças da SheIn, de onde já recebi várias peças e posso garantir que são de qualidade e o preço ajuda muito. É mesmo de confiança, podem acreditar em mim. Qualquer coisa estarei aqui para arcar com as consequências.
1 - aqui
2 - aqui
3 - aqui
4 - aqui
5 - aqui

Because I'm just a bird...

That's flying upside down.
And (almost) anyone understands it.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

No meu iPod #83

Look #85: as the dark spot loves the leopard

I will love you as the pesto loves the fettuccini and as the horseradish loves the miyagi, as the tempura loves the ikura and the pepperoni loves the pizza.
I will love you as the manatee loves the head of lettuce and as the dark spot loves the leopard, as the leech loves the ankle of a wader and as a corpse loves the beak of the vulture.
(daqui)

Vamos ser sinceros(as)? Não adoro este tipo de saias, acho que não me favorecem mesmo nada. Mas tenho esta e parece que convém usar as coisas que temos no roupeiro, dizem. E neste look totalmente preto, acho que o destaque do estampado leopardo deu o contraste necessário. É um pequeno pormenor a aparecer de vez em quando que, admito, gostei de ver. O padrão leopardo tem a tendência para se tornar vulgar com demasiada facilidade, é por isso que convém ter algum cometimento e juntar peças pretas, lisas, é a forma ideal de o fazer. Gosto mesmo destas botas, que comprei nestes saldos, e já as usei várias vezes, mas ainda só tinha mostrado um look com elas (aqui). Sinceramente, não me estou a ver a usá-las com calças, mas tenho de experimentar.

(Por favor não se enervem pelo facto de eu estar a usar alças de novo, tal como já expliquei aqui nos comentários, sou uma pessoa cheia de calor, mesmo.)


sábado, 13 de fevereiro de 2016

Fui ao ginásio

Foi por volta dos 15 anos que me inscrevi pela primeira vez num ginásio e que comecei a ir regularmente. Até então fiz sempre natação e ginástica acrobática. Era demasiado nova para começar a frequentar um ginásio, porque ainda estava em crescimento (a sério, eu ainda cresci "muito" desde essa idade), mas pronto, eu queria e fui. Desde essa idade que sempre andei no ginásio, indo umas vezes mais regularmente, outras menos. Mas há pouco mais de um ano, depois de voltar de Madrid, onde andei num ginásio, nunca mais me inscrevi num. Foi nessa altura que decidi começar a correr. Estava farta de ginásios, do ambiente, das aulas de grupo, de pagar, de tudo. Desde Março do ano passado que corro regularmente, uns meses mais do que outros, mas fui sempre correndo, muito, pouco, não importa. O meu objectivo é apenas continuar a mexer-me, não parar. Mas ontem a minha irmã teve a brilhante ideia de me perguntar se queria ir ao ginásio com ela, experimentar e tal. Fui a duas aulas que nunca antes tinha feito: iCore e RPM. Duas aulas seguidas, depois de ter estado mais de um ano sem pôr os pés num ginásio. Está bem que fui sempre correndo e fazendo outro tipo de exercícios em casa, mas ontem trabalhei músculos que não fazia ideia que tinha. E hoje dói-me tudo e mais alguma coisa. Mas gostei, foi giro, diferente e acho que esses meus músculos precisam que eu me lembre mais vezes deles. Correr é muito bom e permite coisas das quais não quero abdicar, mas a verdade é que nem sempre chega. Por isso vou tentar ir mais vezes ao ginásio para complementar o exercício que já faço. É só esperar que as dores passem... lá para Maio devo estar pronta para mais aulas.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Provavelmente, o vídeo mais fofinho de sempre

Eu não sei quanto a vocês, mas isto foi a coisa mais querida, fofinha e cutxi cutxi que eu vi nos últimos 25 anos (desde sempre pronto). E olhem que já tive cães, gatos e coelhos bebés, por isso tinha o nível de fofice muito elevado. Mas vejam e digam de vossa justiça.

Não me apetece escrever

Penso muitas vezes: devia escrever. Desde muito cedo que escrevo e leio. A ler comecei logo mal soube fazê-lo, devorava livros como ninguém. A minha mãe não recusava comprar-me jogos, mas sim livros, porque eu lia-os demasiado depressa e ficava logo sem mais nada para ler. Li colecções completas: O Colégio das Quatro Torres, Os Cinco, Uma Aventura... Lia desde Luis Sepúlveda (História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, tão bom) a Maria Teresa Maia Gonzalez (A Lua de Joana, que não entendi totalmente naquela idade). Houve uma altura em que comecei a ler tudo da Torey Hayden, outra em que li uns vinte livros da Agatha Christie e depois comecei a explorar mais a fundo vários autores e tipos de escrita. José Saramago, Manuel Alegre, Jodi Picoult, Lesley Pearse, Haruki Murakami, Ken Follett. Até Nicholas Sparks li (teve de ser para perceber que aquilo é sempre tudo igual e à volta do mesmo). A escrever comecei ligeiramente mais tarde, mas sei que tinha cerca de 14 anos quando me pus a escrever histórias e contos num caderno que ainda guardo algures. Escrevia sobre tudo e mais alguma coisa e adorava fazê-lo. É por isso que muitas vezes penso: devia escrever. E logo de seguida: mas não me apetece. E é exactamente nesse momento que começo a escrever, porque não há altura melhor do dia para escrever do que quando não me apetece mesmo nada fazê-lo.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

I wish...

Parece que a moda das sandálias romanas vai continuar por cá na próxima estação. Eu sempre gostei delas, estejam na moda ou não. Mas cheira-me que este ano a paixão vai crescer ainda mais visto que a Zara já está a planear levar-me à falência e ainda a Primavera não chegou.
aqui

Look #84: long, long coat

Quando a SheIn me disse para escolher uma nova peça, eu fiquei vidrada neste casaco, mas com muito medo que fosse demasiado comprido. Não sou a pessoa mais alta do mundo (longe disso), por isso tenho sempre medo de parecer um gnomo. O casaco chegou e sim é bem comprido, mas por incrível que pareça gosto de me ver com ele, é diferente e mesmo quentinho. Podia ter optado por uns saltos para parecer mais alta, mas não é algo que adore usar e achei que o casaco pedia um look mais descontraído. Este top tão giro foi uma compra espectacular de saldos e custou 3,99€. Não é óptimo para este tempo, mas não tarda está aí a Primavera e vou usá-lo sem parar.

Estas fotografias foram tiradas pelo Tiago Marques, cujo trabalho fotográfico podem seguir aqui.


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Recordações de Carnaval

Podia dizer que nunca gostei do Carnaval, porque é o que sinto hoje em dia, porque não gosto mesmo nada. Mas a verdade é que tenho várias fotos que comprovam que em tempos me mascarei alegremente. E participei em corsos vários... durante muitos anos. Tenho várias recordações desses tempos e duas fotos por cima da cabeceira da minha cama para comprovar. Numa delas estou vestida de pêra e noutra de arroz (?). Era muito dada a ingredientes de cozinha, pelos vistos. Lembro-me também de ter sido uma princesa, a capuchinho vermelho e de andar de pijama pelas ruas alegando ser um bebé. Não consigo explicar muito bem porque não gosto do Carnaval, porque não há uma explicação plausível, mas não gosto de me mascarar, gosto de ser quem sou, é capaz de ser isso. Ou não. Mas isso agora não interessa nada, o que queria mesmo era mostrar-vos que em tempos fui uma criança fofinha e normal, que até gostava do Carnaval (apesar de ter os fatos mais estranhos de sempre). Ora vejam.

Uma pêra

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

One hundred

Veio-me hoje uma vontade enorme de te amar. E então pensei: vou-te escrever. Mas não te quero amar no tempo em que te lembro. Quero-te amar antes, muito antes. É quando o que é grande acontece. E não me digas diz lá porquê. Não sei. O que é grande acontece no eterno e o amor é assim, devias saber. Ama-se como se tem uma iluminação, deves ter ouvido. Ou se bate forte com a cabeça. Pelo menos comigo foi assim. Ou como quando se dá uma conjunção de astros no infinito, deve vir nos livros. Ou mais provavelmente esse tempo nunca pôde existir, que é quando realmente existe o que vale a pena existir.

Porque fez há uns dias 100 anos que Vergílio Ferreira nasceu. E porque esta é uma das coisas mais bonitas que li nos últimos tempos.

Look #83: the misfits

Here's to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They're not fond of rules. And they have no respect for the status quo. You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them. About the only thing you can't do is ignore them. Because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.

Este é um look que, na minha opinião e para o meu estilo, se adequa perfeitamente a um dia de trabalho ou mesmo para ir a uma entrevista de emprego. É um look formal q.b., mas adequado à minha personalidade e ao meu gosto. As calças foram compradas na Mango e vestem mesmo bem (sou uma esquisitinha com calças), custaram menos de 20€ e são da nova colecção, espreitem o link no final do post. A camisola já é tão antiga, mas gosto tanto dela que estava capaz de comprar uma igual para a substituir quando der as últimas, se souberem de alguma do género à venda avisem.


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Obrigada!

Sim, é só um número. Sim não é quase nada e não tem (quase) importância, mas é redondinho e eu gosto dele. Obrigada a todos!

Look #82: pale blue sky

Simple things bring them to mind like a pale blue sky, gentle wind or even a storm cloud on the horizon. You open your heart knowing that there’s a chance it may be broken one day and in opening your heart, you experience a love and joy that you never dreamed possible.

De volta às fotos e aos looks, agora que tenho mais tempo livre (mais ou menos vá, que eu sou uma pessoa sempre com mil coisas para fazer) espero conseguir ser mais certinha na partilha de looks e fotos. Hoje num registo muito simples, em tons de azul, com uma camisola tão gira da Springfield e as típicas calças de ganga da Levi's. A mala é uma compra de saldos já antiga, mas continuo a gostar muito dela, principalmente porque dá cor e vida a qualquer look. Eu tenho muito a tendência para vestir só preto e branco - que gosto muito - mas de vez em quando também gosto de ser mais colorida e animar os dias mais cinzentos. Este é um look óptimo para isso e espero que gostem!


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

No meu iPod #81



Tell me,
Tell me that you want me,
And I’ll be yours completely
For better or for worse.

I know,
We’ll have our disagreements,
Be fighting for no reason.
I wouldn’t change it for the world.

Explodir

Ontem partilhei aqui um pouco do que se passa na minha vida, foi difícil porque sou mesmo reservada, gosto de guardar quase tudo para mim, como uma defesa. E a maneira que tenho de me resguardar é não partilhar o que está dentro de mim, ao contrário das pessoas que escolhem não partilhar fotografias. As fotografias só mostram como eu sou e não quem eu sou, porque isso para mim é muito mais importante de reservar. Isto tudo para dizer que tenho andado um pouco ausente, o que não é normal em mim, mas como vos contei na segunda-feira tive vontade de desligar no fim-de-semana e continuo com essa vontade. Mas não pode ser e por isso deixem-me dizer-vos que voltarei ao registo habitual, é o que quero. Voltarei com fotos, looks, textos e tudo o que me apetecer.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Timing is a bitch

Até agora não conseguia perceber o enorme drama que surgia em torno de um despedimento. Claro que é chato e custa, mas pensava sempre: há mais coisas por aí, alguma coisa se consegue encontrar. A questão é que até agora eu nunca tinha sido despedida, tinha saído das outras 3 empresas de livre vontade e de bem com as pessoas. Saí porque quis, porque arranjei algo melhor. Mas agora eu gostava mesmo deste emprego, da empresa, da função, do lugar, das pessoas, de tudo. E "mandaram-me" embora. Eu sei que não foi porque quiseram e sei que provavelmente não havia grande volta a dar, mas custa. Custa mesmo muito. Eu sei que todos os dias saem e entram pessoas nas empresas, está sempre tudo a mudar e nunca pára. Mas para mim isto ainda é mais ou menos novo. Tenho uma dificuldade enorme em adaptar-me a novos ambientes e novas pessoas. Não gosto de mudanças, deixam-me inquieta e demoro a adaptar-me. Normalmente acabo por conseguir, claro, faz parte. Mas é algo que detesto. Queria muito ficar numa empresa durante uns anos, num sítio bom, onde gostasse do meu trabalho e onde me sentisse útil. Finalmente e, após alguma procura, encontrei esse lugar, mas não há espaço para mim. Por isso, volto novamente a fazer-me ao caminho e a bater às portas à espera de alguém que me deixe entrar e de um sítio onde eu queira entrar e ficar.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

De volta à escola #10

Farta, farta, farta de exames. Sem cabeça, sem paciência, sem vontade nenhuma de estudar. Raios partam isto tudo. Hoje é o último, valha-me isso.

20 coisas que (provavelmente) não sabem sobre mim #3

1 - Sou mesmo muito reservada, há bastantes coisas que não conto a ninguém
2 - Adoro andar em montanhas russas
3 - Sou bidextra, escrevo com a mão direita, mas uso o lado esquerdo para tudo o resto
4 - Sou capaz de estar calada durante horas
5 - Sou muito exigente, mas consegui tornar-me descontraída em algumas coisas
6 - Há dias em que podia passar o tempo todo a ouvir música
7 - Só consigo adormecer a ver séries ou filmes
8 - Normalmente não sinto prazer em comer, como só porque tem de ser
9 - Tenho escoliose
10 - Sou demasiado estranha para a maior parte das pessoas
11 - Nunca tive pancadas por actores nem cantores
12 - Andei na natação durante 10 anos
13 - Não me importo de almoçar/jantar sozinha
14 - Tenho a capacidade de ver beleza em quase tudo
15 - Jurei para mim mesma nunca mais na vida fazer franja no cabelo
16 - Confundo a esquerda com a direita
17 - No geral, não gosto de pessoas
18 - Tirei a carta de condução à primeira, mas passei mais de um ano sem conseguir conduzir
19 - Adoro as manhãs da Rádio Comercial
20 - Não uso maquilhagem

(parte 1 aqui, parte 2 aqui)

No meu iPod #80



Oh baby I just want you to dance with me tonight, so come on.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Já não se pode contar com ninguém

Porque raio é que o Beckham esteve em Lisboa e ninguém teve a decência de me avisar?!


Porra pá.

Desligar

Há fins-de-semana assim, em que me apetece mesmo (e preciso) de desligar do mundo. Desligar da internet, do facebook, do instagram, até do blogue. Este blogue é uma parte muito importante da minha vida, mais do que alguma vez pensei que pudesse vir a ser. É o meu lugar, onde posso escrever e partilhar o que bem me apetece. E partilho porque quero, porque acho que faz sentido e principalmente porque quero recordar tudo daqui a uns tempos. Dizia eu que, neste fim-de-semana, quis desligar, já me tinha acontecido antes, mas neste mais do que nunca. Por isso desliguei. E soube-me mesmo bem, nem imaginam. Mas estou de volta, porque o mundo não pára e não posso ficar desligada para sempre, não é?

Ora então bom dia e boa segunda-feira! :)