segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Então vamos a isto

É difícil estar de volta, porque nem sei bem por onde começar. Deixei posts nos rascunhos do blogger e da minha cabeça e nem sei se os consigo recuperar. Passaram-se quase dois meses e, mais uma vez, sinto que a minha vida deu uma volta de 360º (talvez agora volte ao que era?). O meu último post tinha sido escrito no dia 13 de outubro, uma sexta-feira, e no dia seguinte tudo mudou outra vez. Desde então estive em pausa, pus a vida em suspenso e esperei. Naquele dia tinha duas opções, podia ficar feliz ou apavorada. No entanto, acabei por não ter escolha: fiquei apavorada. E ainda bem, porque assim tem sido mais fácil lidar com o pavor que se tornou realidade. Podia contar-vos com todas as palavras o que tem acontecido no último ano da minha vida, mas não tenho coragem. Acho que vocês compreendem, quem está desse lado há algum tempo já me conhece o suficiente para saber que sou reservada (um bocadinho de mais).

Isto para dizer que sim, é difícil estar de volta, mas aos poucos pode ser que tudo volte ao normal. Não prometo que este blogue seja o mesmo, porque eu certamente já não sou. Mas continuo a gostar muito de escrever e de vos ter desse lado :) Obrigada a todos pelos comentários no último post, isto sem vocês não tinha piada nenhuma!

domingo, 10 de dezembro de 2017

Ainda se lembram de mim?

Estou de volta. A vontade era manter-me desaparecida durante mais uns 10 anos, mas diz que os dias continuam a passar e não serve de nada continuar à espera que as coisas se resolvam para voltar a aparecer. Passei um mau bocado durante as últimas semanas (meses?), e isso fez-me desistir de muita coisa — mas não dos dias. E hoje é o dia mais especial do ano, sempre foi e sempre será. Hoje cheguei aos 27 anos, o que me prova que por mais que eu precise, o tempo não vai ficar à espera da minha autorização para continuar a passar. 

Há uma coisa estranha nisto de fazer anos. Tal como quase todas as pessoas, também eu temo a passagem demasiado rápida do tempo. Também eu sinto nostalgia de deixar os anos que já tive para trás e medo de que esteja tudo a passar depressa demais para que eu consiga acompanhar. Mas — é aqui que entra a parte estranha — sempre que chega este dia eu sinto-me preparada para abraçar a nova idade que aí vem. Sempre que se aproxima o dia 10 de Dezembro eu começo a sentir-me dentro do novo número: sinto realmente que é aquele o meu número. E, neste preciso momento, posso dizer-vos que me sinto perfeitamente uma miúda de 27 anos. Os 26 ficaram no dia de ontem e nos 364 que o antecederam. Hoje chegam os 27 e eu sei que vou gostar de os viver, apesar de todas as coisas más que têm acontecido e que podem vir a acontecer. Apesar de ter quase 30 anos e ainda me sentir uma miúda. Porque sim, eu abraço com facilidade a minha nova idade, mas garanto-vos que nunca vou deixar de ser miúda. Isso é um problema que nenhum 10 de Dezembro vai conseguir resolver.

Sintra, 9 de Dezembro de 2017

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Studio Collection by Zara

Chegou uma nova colecção Studio da Zara e tem peças mesmo giras. O problema é que precisava provavelmente de vender um rim para conseguir comprar tudo o que gosto. Por isso, vou ficar-me pelo amor ao sobretudo da 5ª fotografia — um amor que provavelmente não será correspondido, porque é caro e ao que parece já não há S.



No meu iPod #134

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Férias em... Andorra #1

Já passou tanto tempo desde as férias em Andorra que já tenho quase vergonha de publicar isto, mas aqui vai! Expliquei neste post como chegámos a Andorra, mas agora vou dar mais pormenores e explicar mais ou menos o que andámos a fazer por aquele país maravilhoso.Vão-me desculpar a falta de fotos de qualidade, mas não levei a máquina comigo — estava de férias, não me apetecia andar com a máquina atrás e assim foi.

Marcámos tudo muito em cima da hora, mas valeu a pena, porque mesmo assim a viagem ficou mais barata do que a ida à Madeira, que comprámos com meses de antecedência. Ir a Andorra é relativamente barato e eu acho que vale muito, muito a pena. Seja no Inverno (com a neve!) ou no Verão. Fomos no pico do Verão, em Agosto, e ficámos por lá 6 dias. Ficámos muito bem instalados no Hotel Metropolis, em Andorra-a-Velha. Decidimos ir até Andorra de férias, porque queríamos conhecer os Pirinéus e acabou por nos parecer a melhor solução. Foi mesmo. Andorra é um país lindíssimo, sempre no meio de enormes montanhas e é tudo muito verde por lá — pelo menos no Verão. Andorra-a-Velha tem montes de lojas e é até bastante conhecida para ir às compras, uma vez que é tudo mais barato por lá. Só para terem uma ideia, as lojas de fast fashion (Zara, Pull&Bear e afins) têm tudo 20% mais barato do que no resto da Europa. Durante os 6 dias conseguimos ver muita coisa. Logo no primeiro fomos conhecer a Caldea, que ficava a uns 2 minutos a pé do nosso hotel. A Caldea é a maior estância termal da Europa e é só um paraíso para quem precisa de descansar e desfrutar de água quentinha. Fomos logo no primeiro dia, porque vínhamos muito cansados dos passeios por Barcelona e da viagem de carro. Depois de 3h a marinar, fomos então conhecer a cidade. Adorei as ruas principais, com montes de lojas e sempre muita gente a passear (mas nunca demasiada gente), junto ao rio Valira, que anda sempre por perto. O nosso hotel ficava mesmo ao lado de uma zona do rio que tinha uma cascata e adorava ouvir aquele barulhinho logo de manhã. Andorra-a-Velha é uma cidade muito pequenina que se pode, sem dificuldade, fazer toda a pé e foi o que fizemos — várias vezes! O país (ou principado) também não é muito grande e fomos conhecendo-o todos os dias que por lá andámos.

Ficam as fotos do primeiro dia :) Voltarei com o resto do relato.


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Nunca terei um blogue de viagens

Já passaram quase dois meses desde que acabaram as minhas férias de Verão e ainda não partilhei por aqui a minha viagem a Andorra e à Madeira. Entretanto, já fui de férias outra vez e já tenho mais mil coisas para partilhar. Eu juro que me esforço, mas o tempo não estica e quando chego a casa já só me apetece dormir. De qualquer forma, prometo actualizar a questão das viagens o mais rápido possível, antes que me esqueça de onde fui :D

Sobre casar pela igreja

Eu nunca sonhei casar de branco, nem em percorrer todo aquele caminho até ao altar de braço dado com o meu pai, até chegar ao pé do amor da minha vida, com todos os olhos postos em mim. Nunca sonhei com os meses que antecedem o grande dia e todo o planeamento que envolve. Nunca sonhei com toda aquela preparação, a escolha do vestido, do tema, da quinta e dos convites. Nunca sonhei com o grande dia, o penteado, a maquilhagem, os preparativos de última hora e o depois, quando tudo gira à minha volta e eu sou o principal centro das atenções. Nunca sonhei com todo um banquete em que os convidados, para cima de 200, ficam deliciados por cada prato que chega, um atrás do outro, e o grande bolo, quase um arranha-céus, no final.

O casamento, como sempre o conheci, nunca fez parte dos meus planos. Não sei se o problema é a minha relação com a religião ou o facto de ser extremamente anti-social. Mas eu até andei na catequese, fiz a primeira comunhão e gosto bastante das palavras que o padre profere no grande dia. Gosto do ambiente da igreja e de toda a beleza que um casamento católico envolve. Não me considero católica, mas respeito e conheço — diria que muito mais do que a maior parte das pessoas que se casam pela igreja — a religião. Talvez seja então o facto de ser anti-social, não sei como lidaria com um dia de atenções viradas para mim. Não me estou a imaginar a usar um vestido tão formal, maquilhagem carregada e um penteado de revista. Não sei como iria gostar de projectar um dia em meses e gastar rios de dinheiro numa cerimónia que me ia deixar mais desconfortável que feliz. Talvez eu esteja profundamente enganada, talvez fosse incrível, para cima de maravilhoso e o “melhor dia das nossas vidas”. Mas, honestamente, não creio que queira realmente descobrir.

No meu iPod #133

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Fim das mini-férias

Acabaram-se as férias de Outono e portei-me lindamente com a questão das férias offline. Estivemos por Tomar durante 4 dias e foi mesmo muito bom. Eu ainda não conhecia a cidade e posso admitir que adorei. Passeámos muito pela cidade — acho que ficámos a conhecer cada cantinho — e também aproveitámos — muito! — as piscinas do hotel. Tirámos imensas fotografias, mas ainda não tive tempo de tratar delas para partilhar aqui, prometo fazê-lo muito em breve juntamente com o hotel onde ficámos, todos os sítios que conhecemos e restaurantes (maravilhosos) onde comemos. Esteve sempre imenso calor, o que até deu jeito para uns últimos mergulhos de Verão no Outono. Mas agora já chega. Estou farta do calor, estou farta da roupa de Verão e sinto que já vesti cada peça umas 24324980 vezes. Estou mais que pronta para o frio, para as botas e casacões. E para as tardes de chuva a ver um filme no sofá com uma manta por cima.

Podes vir, Outono, estamos todos à tua espera :D


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Férias offline

Começam hoje as minhas mini-férias de Outono e pelos visto fui presenteada com um tempo de Verão. Não me importo mesmo nada, até porque ao que parece o hotel tem piscina e eu estou mesmo a precisar de uns mergulhos. Vamos estar em Portugal e mais ou menos por perto, mas vamos conhecer uma nova cidade — tão bom! No entanto, fiz uma promessa a mim mesma e vou fazer de tudo para a cumprir: desligar. A ideia é desligar do mundo, principalmente da internet, e não ver notícias, blogues nem redes sociais. Por isso, é provável que não recebam notícias minhas até ao fim-de-semana.

Como trabalho na área do digital passo demasiado tempo online, o que torna bastante difícil conseguir desligar. Às vezes dou por mim a abrir a aplicação do Instagram nem sei porquê, o mesmo com o Facebook ou até o browser de internet. Não faz sentido, porque há tanto no mundo para ver, há livros para ler, conversas para ter. E eu já sou anti-social que chegue sem a internet para me distrair e proteger. Por isso, a ideia é desligar não só do trabalho, mas também de tudo o resto que me rouba muitas vezes tempo e até sanidade mental.

Prometo tirar muitas fotos e partilhar tudo depois, mas durante as mini-férias vou mesmo fazer o meu melhor para cumprir a minha promessa :)

Até já!

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Quero ir à loja dos patos!

Eu já nem sei há quanto tempo quero visitar a Duck Store, mas provavelmente já é desde Março, que foi quando abriu. Vocês já sabem, ou já deviam saber, que eu adoro patos. É mesmo um dos animais mais fofinhos — gosto tanto deles, que me recuso a comê-los. Por isso, é uma enorme falha ainda não ter ido conhecer esta loja.

A Duck Store é uma loja que só vende patinhos de borracha e tem de todos os jeitos e feitios. Fica na Rua da Madalena, em Lisboa, e eu farei de tudo para ir lá em breve e não trazer a loja toda. Mas não prometo nada.


Curtas e rápidas

No Sábado, como já tinha dito, fui cortar o cabelo. Enchi-me de coragem e disse ao meu cabeleireiro que era para cortar um bom bocado. Ele inspirou-se e lá se foram uns 7 dedos (uns 10cm ou mais). Eu gostei, está leve, como novo, e ele diz que agora o cabelo vai ganhar força e crescer muito mais do que o normal, mas saudável — esperemos que sim.


À tarde fomos a um evento na zona de Alcântara e ainda deu para comer um gelado à beira do rio e tirar umas fotos naquele lugar maravilhoso. Faltou ir até Belém comer um pastel, mas não me deixaram.


Como esteve um dia incrível, cheio de sol, decidimos que no Domingo iríamos até à praia. Rumámos à Costa da Caparica e esteve-se lindamente. Não vou mentir, não esteve um dia de Verão, mas deu para estar ao sol sem congelar e para dar um mergulho e isso já é espectacular no dia 1 de Outubro.


Ontem foi dia de ficar duas horas no trânsito, porque dá-me ideia que voltou tooooda a gente ao trabalho. Mas nada que não se resolva pelo facto desta semana ser bastante mais curtinha, visto que amanhã já estou de férias! São poucos dias, mas não importa.

Boa semana, pessoas! Não tarda já é feriado :)

sábado, 30 de setembro de 2017

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

New in

Apesar de, para estes lados, ainda não parecer, o Outono já chegou. E convém começarmos a preparação para os dias mais frios. Tenho quase sempre pouca vontade de voltar às calças e casacos, mas até gosto da parte das botas. É sempre um misto de sentimentos, mas o que tem de ser tem muita força, por isso mais vale ir alegrando as vistas e o roupeiro com novas peças. Aqui ficam as novidades mais recentes da Mango.

aqui

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

São duas caixas de gelado de chocolate, por favor

É oficial: vou cortar o cabelo no Sábado. Daqui a dois dias. E espera-se o pior. Não o corto há 5 meses, o que é um verdadeiro record. Está enorme (foto super recente em baixo) e já não gosto de me ver assim. Está volumoso, com jeitos e pontas espigadas. Já não tem corte de jeito e nem sei bem o que fazer com ele. Tem dias em que está bonito, mas passo o dia a metê-lo para trás das orelhas e pareço um elfo. Nas fotos até fica bem, admito, mas às tantas já não tem ponta por onde se pegue. O problema é que eu sou apegada, demasiado apegada. E já estou há dias e dias (semanas?) a pensar nisto, a pensar que devia cortar mesmo um grande bocado, a pensar que devia mudar de corte, que devia essencialmente fazer alguma coisa. Mas... mil dúvidas me assolam. O meu namorado diz para eu cortar, a minha mãe diz que pareço uma velha e devia cortar, até a minha irmã (que tem o cabelo tão grande como o meu) disse que devia mesmo fazê-lo. Só que eu sou assim. E sei que vou cortar e vou ficar triste. Já para não falar que nem sei bem que corte fazer. E depois se ficar super mal? E cheio de volume? E levar o fim-de-semana a chorar? Por isso, já disse que preciso de duas caixas de gelado e provavelmente vou ter que ir às compras ou ao cinema ou assim. Algo que me faça esquecer que o meu cabelo se foi. O meu cabelo que ainda aqui está. Super enorme, a dar-me cabo da paciência e da carteira (resmas de champô e máscara e produtos que eu uso). Mas... mas... mas...

Eu avisei — há quase 3 anos quando comecei este blogue — que era complicada. E adoro, claramente, sofrer por antecedência.

(Claro que provavelmente chego lá e falha-me a coragem a acabo por pedir para cortar só as pontinhas.)

Esta foto foi tirada há dias, num casamento, sendo que já tinha passado pelo cabeleireiro antes para o esticar e fazer esta espécie de penteado (tive de pôr a fitinha, porque o meu cabelo é tão forte que rebentou com o elástico).

De manhã é que começa o dia #47

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Coisas que me enervam no trânsito

Passo muito tempo no trânsito, uma vez que todos os dias da semana me tenho de enfiar no centro de Lisboa de carro. Mesmo que saísse de casa às 5 da manhã (deusmalivre) e voltasse à meia-noite, ia apanhar trânsito. Mas como tenho um horário mais "normal" lá ando eu na hora de ponta em plena capital. Acho que, no geral, toda a gente se enerva com o trânsito e eu não podia ser excepção. Por acaso, até sou muito calma e paciente, mas como não adoro pessoas (é um problema que eu tenho) claro que há certos e determinados energúmenos tipos de pessoas que me irritam solenemente. Aqui ficam as coisas que mais me irritam. Espero que se identifiquem com algumas!


1. Pessoas que não metem pisca

Esta é uma das irritações mais comuns — duvido muito que haja alguém que não se irrite e até já fiz um pequeno texto sobre isto. No entanto, é também uma das práticas mais comuns por essas estradas fora. Tenho de admitir, muito a custo, que por vezes cometo este erro, mas é só quando sinto mesmo que não tenho mãos para tudo. De qualquer forma, só o faço quando vejo que não há qualquer perigo — nunca na vida me ponho a mudar de faixa sem meter pisca. Por outro lado, há pessoas que parecem que compraram uma versão de carro sem pisca (ficava mais  barato) ou então já se esqueceram como é que se metem aquelas luzinhas laranja a piscar.

2. Pessoas que se esquecem de tirar o pisca

domingo, 24 de setembro de 2017

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

No meu iPod #131



Bom fim-de-semana!

Vinha no carro a ouvir rádio...

Quando começam a dar as notícias e falam sobre o que disse Fernando Gomes, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, sobre as críticas à arbitragem em Portugal. Ora dizia ele que "O constante tom de crítica em relação à arbitragem é inaceitável e impróprio de um país civilizado." E eu, apesar de concordar em 100% que toda a atitude da nossa sociedade em relação ao futebol é tudo menos própria de um país civilizado, não pude deixar de me rir. Porque... onde é que nós somos um país civilizado? Portugal? Os portugueses? Oi? O senhor deve viver num país diferente do meu, com certeza. Um país onde continuamos a adorar touradas, onde as praxes existem e são aclamadas, onde há gente à pancada a torto e a direito, onde há lixo por todo o lado e ninguém cuida sequer das suas casas. Temos muitas qualidades, sem qualquer dúvida, somos incrivelmente hospitaleiros, temos a melhor comida do mundo e algumas das paisagens mais bonitas. Mas epa, não me lixem, civilizados é que não somos.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Um cabelo (quase) novo com óleo de côco

Já tinha ouvido falar várias vezes nas mil maneiras de utilizar óleo de côco (principalmente nesta Mixórdia incrível), mas como não sou muito de modas, não liguei grande coisa. Só que entretanto vi um vídeo onde uma rapariga mostrava como o seu cabelo (lindo!) ficava com óleo de côco e soube que tinha de experimentar. O meu cabelo está bastante grande e muito seco, cheio de volume, uma chatice. Ando com alguma vontade de o cortar (muito), mas achei que valia a pena, primeiro, ver se consigo que fique mais saudável e bonito. Posto isto — e como quero sempre tudo para ontem — fui até ao Celeiro e comprei óleo de côco extra virgem (sem qualquer outra adição). Em casa apercebi-me de que o óleo estava demasiado sólido e que não iria conseguir colocá-lo no cabelo, por isso pus um bocadinho no microondas e pronto, ficou completamente líquido. (Ficou também quase a ferver, por isso toca de esperar um bocadinho para não ficar sem dedos.) Apliquei desde um pouco acima do meio do cabelo — uns 4 dedos abaixo das raízes — até às pontas. Quando coloquei o óleo pensei que ia ficar com tudo oleoso tal era a quantidade, mas passado um bocado o cabelo já tinha absorvido grande parte, sinal de que estava mesmo a precisar. O cheiro é mesmo muito bom, mas passado uns minutos já estava a enjoar (esquisitinha pá). Deixei actuar mais ou menos uma hora (o tempo de ver um episódio de Downton Abbey) e lavei. A sensação de que o cabelo tinha ficado muito mais macio foi imediata e conforme fui secando ficou ainda mais perceptível. Não ficou espectacular, mas ficou muito melhor, sem qualquer dúvida. Por isso, a ideia agora é usar uma vez por semana durante uns tempos para ver se fica mais bonito, suave e saudável. Depois devo ir espaçando ou até deixar de o fazer que eu sou rápida a fartar-me das coisas. Por enquanto, gostei muito, cheira lindamente, está macio e pode ser que tenha descoberto uma incrível maneira de deixar de me passar com esta juba de leão.

Quem já experimentou? :) Conhecem mais formas incríveis de usar óleo de côco?

Comprei este, no Celeiro, por cerca de 5€.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Está tudo bem, obrigada

Não sei como nem porquê, mas é-me bastante fácil fingir que está tudo bem. Não com toda a gente, claro, mas com a maior parte das pessoas. Finjo os sorrisos, finjo as conversas, finjo que estou bem. E ninguém questiona. Ninguém percebe. Em nenhum momento achei que pudesse vir a ser uma boa actriz, nunca pus sequer em hipótese de vir a ter alguma coisa a ver com o teatro, mas aqui estou eu, com um emprego que nada tem a ver, mas a ser uma óptima atriz no dia-a-dia. A culpa é minha, obviamente. Podia ser uma daquelas pessoas que se queixa de tudo e mais alguma coisa, que diz que não está tudo bem, que explica e conta cada pormenor da sua vida. Mas não sou. Ninguém sabe aquilo que eu sinto, ninguém sabe aquilo por que passei, ninguém sabe que a maior parte dos sorrisos que mostro são fruto de muitos dias a fingir.

Não estou bem há demasiados dias. Não estou bem, não faço ideia quando voltarei a estar bem e estou muito cansada de fingir que está tudo bem.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Breve passeio por Sintra

Ontem o dia foi bem longo, começou logo às 7 da manhã com o raio do despertador. Precisava de chegar cedo ao trabalho e assim foi. Trabalhei que nem uma moura e almocei em 10 minutos, porque precisava de sair mais cedo para ir a uma consulta. A consulta foi em Sintra, por isso depois ainda demos um óptimo passeio por aquela vila que eu tanto gosto. Comi um waffle super calórico na Ale-Hop e deitei por terra as 3 corridas que já fiz esta semana. Mas que se lixe, só se vive uma vez! Depois ainda fomos até à terrinha jantar com os meus pais e deixar a Maisie, que fica por lá enquanto vamos todos ao casamento da minha querida prima. Entretanto, parece que hoje é sexta-feira (iupi!) e se aproxima então um fim-de-semana pelo Alentejo, mais um dos meus lugares preferidos, e não posso deixar de me sentir feliz por ter tantos lugares maravilhosos a que posso ir tantas vezes. (Também tenho dias merdosos e porcarias na vida que não lembram a ninguém, mas esses desabafos ficam para outro dia.)

Bom fim-de-semana, pessoas :)


Problemas entre aspas

Este sábado tenho um casamento muito especial (só vou a casamentos especiais). E diz que os casamentos pedem toda uma toilette cuidada e pensada ao pormenor. Ora eu já tenho quase tudo pensado — vestido, sandálias, malinha, penteado, unhas — mas há um pequeno problema: eu nunca uso maquilhagem, por isso nem o caraças de uma base tenho para meter na cara. Maquilhar-me no cabeleireiro está fora de questão (fiz uma vez e jurei para nunca mais) e comprar maquilhagem para usar um dia por ano (diz que há mais casamentos a caminho) também não me parece muito boa ideia. Posto isto, aceitam-se boas ideias para lidar com este meu problema entre aspas.

Pequena nota: pus-me a pensar e descobri que o último casamento a que fui foi há mais de 5 anos — como é que já passou tanto tempo é que eu não sei minha-nossa-senhora. Foto em baixo: zero maquilhagem.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Quero!

Só porque fiz uma pausa na série, não significa que tenha deixado de gostar de Game of Thrones. Por isso, quando vi que vai ser lançada uma colecção de batons inspirados na série achei que precisava de partilhar convosco e dizer-vos que... eu quero! Digam-me lá se não vem aí uma coisinha mesmo gira.

aqui

Uma semana que acaba, um mês que começa


Sê muito bem-vindo!

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Agenda mais linda (desta vez em Espanhol)

A minha agenda Mr. Wonderful acaba agora no final do mês, por isso já tinha anotado que precisava de comprar uma nova. Isto porque, eu nunca (nunca!) tinha usado uma agenda do início ao fim, mas desta vez usei. Todos os dias. Dá-me imenso jeito para organizar os meus dias de trabalho e anotar outras coisas importantes. As da Mr. Wonderful são as mais fofinhas e eu já tenho uma longa história com elas, por isso era para continuar. A primeira agenda da marca que tive foi comprada em Madrid quando lá vivi e era em Espanhol, por isso quando estive em Andorra e vi esta à venda soube que a tinha de comprar! Não tinha quase espaço nenhum na mala, mas lá consegui ajeitá-la (e roubar espaço a malas alheias) para a trazer. Sou suspeita, mas acho que está cada vez mais gira e esta até tem post-its todos fofinhos :D Adoro!

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Oh Manhãs da Comercial, vocês decidam-se

Então primeiro tiram-me a Vanda Miranda, de quem eu gostava bastante. Metem a Luísa Barbosa, que fazia o Fama Show, o pior programa do Universo e arredores (odeio mesmo muito). Disse em alto e bom som "nunca vou gostar da Luísa! quero a Vanda!". Enganei-me. Comecei a gostar bastante da Luísa, com as suas piadas fofinhas e ao mostrar que é bastante inteligente e culta. Agora... tiram a Luísa e metem uma Vera não-sei-quê? Então mas que vem a ser isto? E nem me consultam? A mim, ouvinte mais fiel de todo o sempre? Eu já oiço as manhãs há mais de 4 anos, todos os dias, todas as manhãs. Acho inadmissível.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Turista em Lisboa

No passado fim-de-semana começámos a pensar no que poderíamos fazer. Pensámos ir até Aveiro ou mesmo até ao Alentejo (onde temos família), mas ainda estamos cansados das viagens das férias, por isso o ideal seria ficar por perto. Mas apetecia-nos ser turistas. Por mim, era turista 365 dias por ano. Adoro a liberdade de passear sem preocupações, muitas vezes sem destino, com um mapa na mão ou apenas as setas como guia, numa cidade nova ou que já conheço. E por mais que Lisboa seja a minha cidade de quase todos os dias há muitos anos, eu não sou de Lisboa, por isso 'bora ser turista na capital! E lá fomos. Decidimos ir para os lados do Parque Eduardo VII (onde estacionámos o carro), descer até ao Marquês, depois fazer toda a Avenida da Liberdade e seguir até ao Chiado (onde almoçámos). Depois passámos pela Baixa e fomos até à Sé (que visitámos), subimos até Alfama e depois até ao Castelo (que visitámos também). 10 quilómetros depois começámos a descer, desta vez por um novo caminho, passando pela Casa dos Bicos (Fundação José Saramago) e chegando de novo à Baixa onde lanchámos (na deliciosa Nut). Depois fomos até ao Convento do Carmo e visitámo-lo também — imaginem que eu já tinha passado mil vezes pelo Convento do Carmo (trabalhei por perto durante muito tempo) e não fazia ideia do que era. Andámos muuuuuuito, porque só assim sabemos ser turistas, tirámos fotos, fingimos que só viemos ver a bola, conhecemos caminhos novos e visitámos monumentos que até então só tínhamos visto por fora. Foi muito, muito bom!

Vista à hora de almoço, nos Armazéns do Chiado

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Férias em... Barcelona: dia 2


Depois de um 1º dia com um calor insuportável e muitos quilómetros nas pernas, decidimos que tínhamos de ser mais brandos no segundo. Porque estávamos bastante cansados, mas também porque iríamos no final do dia até Andorra. Começámos por ir até à Fonte Mágica de Montjuic, perto do Palau (Palácio) Nacional, tudo dentro do Parque de Montjuic. Aí apanhámos um funicular que nos deixou na zona das Ramblas e fomos até ao Mercado La Boqueria para almoçar. Depois seguimos até à zona gótica onde fomos ver a Catedral (tão linda!) e toda aquela zona. Daí seguimos até ao Arco do Triunfo, só para juntar mais um à lista e depois descemos até ao Parque da Cidadela, onde há patos (já conhecem a minha loucura por patos, certo?) e outras coisas bem bonitas, incluindo um Zoo. Entretanto o dia já ia um bocadinho longo e precisámos de ir buscar o carro alugado para seguir a nossa viagem. Voltámos à maravilhosa (not) pensão para ir buscar as nossas malas e decidimos apanhar um Táxi até à rent-a-car. A nossa ideia não era ir directos para Andorra, mas sim parar primeiro em Tibidabo e depois em Montserrat. Alugámos o carro na OK!, que recomendo bastante, e seguimos viagem.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Paisagem: Lisboa

Lisboa dá-me montes de dores de cabeça, faz-me passar horas parada no trânsito, tem as pessoas mais mal humoradas de Portugal e também as mais stressadas. Lisboa é uma confusão e dá vontade de fugir para o meio das vinhas do Alentejo. Mas... eu adoro-a. Lisboa é a minha paisagem há quase 10 anos e para onde venho quase todos os dias desde então. Lisboa fica mesmo ao virar da esquina e consegue ter cantinhos novos para descobrir todos os dias. Diz que Alvalade é a melhor zona para viver: isso eu não sei, mas que é um belo sítio para trabalhar, lá isso é.

O brinquedo mais fofinho

É uma espécie de ovelha e é da Maisie. Mas eu acho que vou roubá-lo para mim :D

Foi comprado no Continente e custou 3.99€.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Férias em... Barcelona: dia 1

Bem, vamos lá começar o relato das férias antes que me esqueça de tudo o que fiz. As minhas férias começaram oficialmente no dia 29 de Julho, mas o fim-de-semana foi para organizar as coisas, descansar (e trabalhar um bocadinho). A nossa ida para Barcelona estava marcada para dia 2 de Agosto, por isso ainda demos um saltinho à praia antes. Como tínhamos 3 semanas de férias, não foi fácil decidir o que fazer. Por um lado, apetecia-me passar as 3 semanas de molho entre casa-praia-piscina, mas o Algarve em Agosto é para esquecer e provavelmente ia-me acabar por fartar, por isso pensámos primeiro na Madeira. Isto foi em Maio, quando marcámos os nossos 6 dias pelo Funchal. Entretanto estávamos em Julho e super indecisos sobre o que fazer no resto das férias. Foi aí que nos surgiu a ideia: vamos aos Pirinéus! A partir daí foi decidir onde ficar e para que aeroporto voar. Decidimos ficar em Andorra (que não, não faz parte de Espanha, é mesmo um país) e voar para Barcelona, onde ficaríamos dois dias e alugaríamos um carro para ir até Andorra. Eu adoro Barcelona, já lá tinha estado há 3 anos e fiquei mesmo apaixonada pela cidade. Por isso, lá fomos. Apanhámos um voo da TAP para Barcelona no dia 2 às 6 da manhã (nem me lembrem...). Chegámos por volta das 10h locais e fomos de metro até à pensão onde íamos ficar uma noite. A pensão fica mesmo nas Ramblas, numa rua transversal e não recomendo a ninguém! Fica situada num prédio muito velho e os quartos são horríveis. Sei que já reservámos muito em cima da hora, por isso não havia muita escolha, mas por 70€/noite nunca esperei que fosse tão má. De qualquer forma, como só ficámos uma noite, passou-se relativamente bem. Deixámos lá as nossas malas (cheios de medo de nunca mais as ver) e fomos à descoberta da cidade. Não sei se teve a ver com as minhas expectativas altas, porque tinha adorado a cidade, mas desta vez fiquei um pouco desiludida. Estava um calor de ananáses (mais de 40º) e constatei que Barcelona está cada vez mais comercial, mais virada para os turistas e para os seus bolsos. De qualquer das formas, estávamos ali para correr a cidade e ver tudo o que conseguíssemos em menos de dois dias. No primeiro dia andámos 25km, por isso podem ter uma noção de tudo o que vimos! Vou tentar ver se me lembro de tudo.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Review #21: Óleo Protector Solar Ultra Suave

Tinha mesmo de vos falar deste óleo de Monoï e de Néroli da Ultra Suave (Garnier). Comprei-o quando andava à procura de um produto para proteger o cabelo na praia e piscina. Queria um produto relativamente barato, mas minimamente bom. Por isso, fui até ao supermercado e esta pareceu-me uma boa aposta. Entretanto, apercebi-me que não é muito prático para utilizar na praia, pois prefiro em spray, que é bastante mais fácil de aplicar. Este é um óleo, por isso é óptimo para colocar nas pontas (ou no cabelo quase todo, mas nunca na raiz), mas não muito prático para aplicar na praia. Posto isto, comecei a usá-lo em casa, principalmente nestes dias de sol e de férias. É menos hidratante que o Mythic Oil, mas tem um cheiro absolutamente maravilhoso e é bem mais barato. Foi um bom acrescento à minha já vasta colecção de óleos para o cabelo e, sem dúvida, a minha escolha para o Verão.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

O dia em que desisti do Game of Thrones

Estava a começar a ver o terceiro episódio quando me apercebi que não estava com estômago para Game of Thrones. Já antes de começar a nova temporada tinha dito aqui que a série se estava a tornar demasiado violenta e confirmou-se. Não é que tenha acontecido (até à parte que eu vi) algo de muito grave, mas estou bastante sensível. Nos últimos meses aconteceram demasiadas coisas na minha vida e voltei a ficar flor de estufa — sempre fui muito sensível e odeio violência, mas agora intensificou-se. Por isso, naquele dia decidi fazer uma pausa na série. Decidi que não queria continuar a ver, apesar de já faltar tão pouco para o final. Sei que provavelmente vão chover spoilers antes de eu conseguir vê-la, mas não faz mal, ao menos vou mais preparada. Admito que sinto muita curiosidade em ver o que se tem passado, mas neste momento prefiro ocupar a minha mente com coisas mais animadas tipo rever pela 1432943ª vez o How I Met Your Mother e o Big Bang Theory. Tenho tempo para Game of Thrones, por agora preciso mesmo de uns dias cor-de-rosa, mesmo que o mundo lá fora esteja tão negro.


Nota: continuo, sem qualquer dúvida, a gostar muito da série, prova disso é a t-shirt que tenho hoje vestida que comprei em Andorra :D — vou tentar mostrar no Instagram.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Acabaram as férias

Mas já só faltam 44 dias para as próximas!


{Voltarei com posts sobre as férias e outras coisinhas.}

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Um look... por Óbidos

Sim, estou de férias e não estava a pensar vir aqui nestes dias, mas tive de esvaziar a máquina fotográfica e encontrei por lá estas fotos que tirámos há cerca de 15 dias, em Óbidos. Como gostei delas (e adoro este look), aqui estão :)

Espero que gostem e... até já!


sexta-feira, 28 de julho de 2017

FÉÉÉÉÉÉRIAS!

Vou fazer o máximo dos máximos para desligar. Não estranhem se "desaparecer" por completo.
Eu volto!

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Instantâneas #21

Este blogue já está um bocadinho em modo férias, por isso vou estando sempre mais presente pelo Instagram. Se ainda não o fazem, sigam-me por lá. Até porque não tarda nada estou eu totalmente de férias e o blogue vai andar às moscas. Quero desligar completamente de tudo, mas acho que não vou conseguir não partilhar convosco os lugares que vou conhecer.

Aqui ficam as últimas fotos que tenho partilhado no Instagram.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Os meus olhos estão tristes porque têm de ver o mundo pela janela

Uso lentes há 10 anos. Toda uma década a remeter os óculos para uma prateleira, onde os vou buscar apenas ao final do dia. Mas anteontem as lentes traíram-me e causaram-me uma porcaria de uma úlcera na córnea (as lentes e o uso do computador durante quase 10h por dia). Por isso, ontem e hoje toca de usar óculos e nada de enfiar lentes nos olhos. Não se trata de não gostar de me ver de óculos (não gosto, mas isso é o menos), é mesmo uma questão de gostar de ver o mundo sem uma moldura à volta, sem janelas à frente. Mas paciência, podia sempre ser pior.

(Até porque estou quase de férias!!)

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Don't try

Somebody asked me: "What do you do? How do you write, create?" You don't, I told them. You don't try. That's very important: not to try, either for Cadillacs, creation or immortality. You wait, and if nothing happens, you wait some more. It's like a bug high on the wall. You wait for it to come to you. When it gets close enough you reach out, slap out and kill it. Or if you like its looks, you make a pet out of it.

Charles Bukowski

quinta-feira, 20 de julho de 2017

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Se calhar volto para Óbidos

Gosto tanto desta pequena vila! Não fosse tão longe de Lisboa e ia para lá viver amanhã. Já para não falar que sou muito mais feliz ao fim-de-semana, claro.

Fiquem com mais umas fotos, tiradas com o iPhone 7. Algures no tempo partilharei as que tirei com a máquina.




terça-feira, 18 de julho de 2017

Sempre comigo

Já estavas gravada na minha memória, no meu coração e, de certa forma, também no meu corpo. Agora estás gravada no meu pulso, onde se sente, tão bem, a passada apressada do meu coração, a tentar sobreviver à tua ausência.

Curtas e rápidas

Ontem fui até ao Dolce Vita Tejo ver a estreia de Game of Thrones, às 21h. O episódio estreou logo de seguida no SyFy, às 22h15. Mas como imagino que muita gente ainda não tenha tido oportunidade de ver, não vou ser spoiler. Só digo que gostei da experiência de ver a série no cinema, mas a imagem estava demasiado escura nalgumas partes.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

O Inverno chega hoje

Óbidos e um fim-de-semana dos bons

Quem me segue no Instagram já sabe que este fim-de-semana foi passado por Óbidos. Assim que soubemos as datas do Mercado Medieval de Óbidos decidimos marcar uma estadia e passar por lá um fim-de-semana. Calhou ser este que passou e lá fomos nós. No caminho para lá tivemos logo uma surpresa incrível que foi um furo num dos pneus do carro. Iupi! Lá tivemos de mudar para o suplente (juro que ajudei!) e seguimos caminho. Chegados a Óbidos, fomos descobrir onde ficava a Foral Guest House, onde ficámos alojados, e partilho convosco o nome porque adorei o lugar. Fica mesmo dentro da vila (dentro das muralhas), tem uma decoração linda e é muito acolhedora. Ficámos apenas uma noite, de Sábado para Domingo, mas gostei imenso. Nunca tinha ido ao Mercado Medieval de Óbidos e fiquei surpreendida por ser tão envolvente e divertido. Têm aluguer de trajes (não alugámos), coroas de flores por todo o lado (eu levei duas que já tenho há alguns anos), muitas lojinhas com coisas bonitas e comida e bebida por todo o lado. Também havia quem fizesse penteados "medievais" e eu decidi fazer um no segundo dia. Depois há os espectáculos, claro, que vimos quase todos durante os dois dias. E diversão, música e dança a toda a hora. Todo o envolvente da vila, com o castelo e as enormes muralhas ajudam — e muito — ao ambiente. A vila é maravilhosa com as vistas para as vinhas e para o santuário de Óbidos (tão lindo!). Já tinha estado lá várias vezes, mas cada vez gosto mais de lá ir e descubro sempre sítios novos. A única má experiência que tivemos foi com os restaurantes que não gostámos lá muito. No Sábado almoçamos num que era mais ou menos e jantámos na feira (foi o melhor!). Mas no Domingo decidimos escolher outro restaurante para almoçar e foi horrível. Não vou partilhar o nome, porque não acho correcto, mas fica o desabafo. O único problema destes fins-de-semana tão bons é mesmo voltar ao trabalho na Segunda-feira, mas — pensamento positivo — já falta pouco para as férias!


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Uma capa à prova de gente desastrada

Não me considero propriamente uma pessoa desastrada, mas ultimamente tem sido pior, sendo que só este ano já parti três telemóveis (2 iPhones e um ranhoso). Coisa que, até então, nunca me tinha acontecido. O primeiro a sofrer nas minhas mãos foi o querido 5S que já tinha mais de três anos. Caiu ao chão, partiu-se o vidro todo e como achei que não havia recuperação possível comprei o 7. Entretanto, tinha o 7 pouquíssimo tempo quando caiu e partiu-se todo também. Felizmente tínhamos feito seguro e tratámos de o accionar. 60€ e muitos telefonemas depois, lá foi o iPhone para arranjar. Mas como o seguro é uma valente bosta nem sequer se dignaram a emprestar um telemóvel de substituição e lá tive eu de ir recuperar um super antigo. Mas entretanto, a mãos de manteiga em que me tornei tratou de o deixar cair também e lá se foi mais um vidro. (Sim, tenho tido muita sorte ultimamente.) Felizmente o iPhone 7 voltou minimamente rápido e aqui estou eu feliz da vida, mas cheia de medo que volte a cair e me dê um ataque cardíaco. Posto isto, começou a busca por uma capa super hiper mega anti-quedas (e anti-Marisa). O meu amor encontrou a Otterbox, uma marca que se dedica a fabricar capas ultra resistentes e muito protectoras. Ainda por cima tem umas bem giras, com padrões fofinhos. Escolhi a que mais me agradava (foi esta) e encomendei. Chegou ontem, uma semana depois, e tratei logo de a pôr a uso. A capa é muito gira, fácil de colocar e bastante dura. Acho-a um pouco grande de mais e pesada, mas não há milagres, não é? O telemóvel fica um pouco mais pesado e maior, mas nada que me incomode muito. O que me interessa realmente é que o posso atirar do terceiro andar e ele sobreviver. Por isso, tudo bem.

Champô seco Ultra Suave

Até há bem pouco tempo era extremamente difícil encontrar champô seco em Portugal, sem ser online. Por isso, eu comprava o famoso Batiste no site Primor (onde custa 3€) — agora também está à venda na Primark e no Pingo Doce. Mas entretanto parece que as marcas acordaram para este fenómeno e é ver champôs secos um pouco por todo o lado. O que me chamou mais à atenção foi o da Ultra Suave, porque gosto bastante da marca, principalmente do cheirinho maravilhoso dos produtos. Ainda não experimentei, mas fiquei com curiosidade, apesar de cada vez usar menos champô seco.

Já alguém experimentou?

terça-feira, 11 de julho de 2017

Saldos da Parfois

A Parfois é, para mim, a melhor marca de malas em termos de qualidade e preço. Para além de ter sempre coisas bem giras e estar sempre a evoluir, sem ficar parada no tempo. Claro que as malas não duram uma vida, mas com uma média de preços nos 20€ também não nos podemos queixar. Eu gosto de ir mudando de malas, porque me canso facilmente delas, por isso é mesmo a melhor opção. Nos saldos acabo sempre a comprar uma ou outra mala, porque acho que vale mesmo a pena. Aqui ficam algumas opções bem giras e em saldos.

AQUI

Um look... por Alcochete

Neste dia fomos dar um passeio para os lados de Alcochete e descobrimos este lugar tão bonito. Não ia com ideias de fotografar o look, mas como tínhamos a máquina acabaram por sair estas fotos. Finalmente consegui encontrar calções de ganga que gosto, na Pull&Bear, e comprei em duas cores (os outros são estes). Gosto que fiquem bem largos, mas estes estão um bocado de mais porque me enganei no número (tão croma). A camisola já sei que muitas de vocês gostam, porque se fartam de dizer no Instagram :D Eu também gosto muuuuito dela! De resto, nada de especial :) Espero que gostem!


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Só se estraga uma casa



Há um ano

Ri, chorei, gritei, fiquei tão, mas tão feliz! E hoje sorri só de pensar nesse maravilhoso dia :) Eu nem gosto de futebol, não ligo nenhuma a clubes e até acho uma parvoíce aquela gente ganhar mais num dia do que eu numa vida (ou em várias). Mas só por isto, já vale a pena.

Instantâneas #20

Bom dia, alegria!

O fim-de-semana foi muito bom, mas passou a correr, como é hábito. Entretanto, mais uma semana que começa e hoje trago-vos os últimos posts pelo Instagram, que andou algum tempo às moscas pela falta de telemóvel, mas agora já está a voltar às origens.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Cortinados: ter ou não ter, eis a questão

Neste momento, em minha casa, não existe nem uma janela com cortinados. Quando me mudei para lá há mais de um ano, estava tudo menos preocupada com cortinas e outras coisas igualmente acessórias, como candeeiros e tal. Mas entretanto já enchi as paredes com molduras, arranjei almofadas para os sofás (e para a cama e para as cadeiras...), decorei os móveis, enchi as prateleiras de livros, mas cortinas e candeeiros nem vê-los. Os candeeiros que existem são os que o senhorio já tinha, mas a sala e os quartos continuam com uma simples lâmpada a pender do tecto. Quanto aos cortinados, no quarto principal já metemos o varão e comprámos uns cortinados (que foram fazer a bainha), mas o resto continua seminu. Não é que me incomode muito, honestamente, mas acho que tenho adiado principalmente pelo trabalho que dá. Agora que já começo a pensar seriamente no assunto, vejo que é bastante difícil encontrar cortinados giros e a um preço que não me leve a dizer "que se lixem os cortinados".

Mas depois conheci um site espectacular com cortinados tão fofinhos (e não muito caros) que me fez repensar toda esta questão e querer "cortinar" toda a casa — vamos tentar esquecer que os gatos dão cabo daquilo tudo, está bem? Como neste momento me faltam essencialmente para um quarto e para a sala, concentrei-me nisso e fiz uma pequena selecção. Agora resta escolher. Vai uma ajudinha? :)

Para a sala, talvez.
AQUI

Os melhores saldos

São os da Mango, na minha opinião. Ainda mal começaram e já estão com descontos até 70%, nada daqueles descontos de 1€ que até me fazem corar. A Mango é uma das minhas lojas preferidas e costumo fazer por lá bastantes achados nestas alturas de promoções. Mas admito que prefiro (de longe!) a loja online para isso. Não tenho problemas nenhuns em comprar online e se por acaso não gostar da peça é só ir até à loja mais próxima e devolver ou trocar — muito simples. Posto isto, ficam algumas oportunidades que acho que valem bastante a pena, com descontos a sério.

39,99€ 12,99€
AQUI

quinta-feira, 6 de julho de 2017

"My body is my journal, and my tattoos are my story."


Há precisamente seis anos experimentei a minha primeira tatuagem. Era falsa, foi feita na praia e escolhi um colibri para ficar no meu braço a viver durante umas duas semanas. Na altura gostei tanto dela que sabia que um dia iria querer fazer uma verdadeira. Mas precisava que tivesse significado, precisava de pensar bem no assunto e de ter a certeza absoluta. Acabei por fazer a minha primeira (e a segunda) tatuagem apenas em 2014, passados quase 3 anos. Decidi tatuar uma andorinha atrás do pescoço e um M no pulso esquerdo. Ambas têm imenso significado e gosto muito delas, já passaram mais de três anos desde que as tenho e nunca me arrependi nem um bocadinho. Não gosto muito de as mostrar nem de falar sobre elas, são muito minhas. Entretanto, já tinha tido vontade de fazer mais uma, mas até agora ainda não me tinha decidido ao certo sobre o que fazer. Até que na semana passada tive a certeza. Ia fazer uma pequena estrela, apenas o contorno, no pulso direito. Fiz na passada sexta-feira e aqui está ela, a acompanhar os meus dias. Esta nova tatuagem é a mais pessoal de todas, não me atrevo a explicar especificamente o seu significado e, honestamente, ainda bem que quase ninguém pergunta.