quarta-feira, 7 de junho de 2017

Quase todos

Eu até sou uma pessoa bastante pacífica e muito amiga dos animais. Sou muito sensível, por isso não me vêem por aí a matar moscas de ânimo leve. Eu não como coelho nem pato (nunca!) porque são bichos por quem nutro uma grande empatia. Sim, também gosto dos outros, mas acreditem que se não comer nenhum vou cair para o lado visto que não gosto nada de verduras. Mas adiante. Dizia eu que sou até bastante pacífica, para mim todos os animais merecem viver uma vida tranquila e longe do escrutínio dos humanos. Ou quase todos. As baratas não. As baratas podem ir para a €&@!# que as @€&#$. Odeio-as de morte. Logo calha serem as únicas que ficam cá a rir-se quando formos todos com os porcos numa explosão nuclear. Vida injusta.

(E há taaaaaantas na minha zona, que horror! Isso e cobras... sim cobras. Enormes. Essas também podiam bem desaparecer, pelo menos da minha vista.)

7 comentários:

  1. Cobras..nem me fales. Moro no campo, volta na volta aparece-nos uma pela garagem. Acho que nesta altura de Verão raramente meto lá os pés e no quintal ando sempre de olhos bem abertos :P

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    1. Eu adoro o campo, mas tem realmente esse problema :)

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  2. Não gosto de insectos, no geral, e ainda menos de cobras e sapos, em particular. Odeio! Tenho um medo de morte de cobras. Não sei como podes viver assim, na eminência de um encontro com cobras.

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    1. Também não gosto nada de sapos! Mas olha que as baratas incomodam-me mais que as cobras... de qualquer forma dispenso encontrar-me com qualquer um dos bichos :P

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  3. Cobras não por favor. Ainda sábado passado estavam os cães da minha sogra a brincar com uma! ME-DO!

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  4. Ai aranhas! O raio das aranhas procriam em qualquer lado e eu odeio-as!!!! Confesso que não sou muito amiga de cobras também!
    https://jusajublog.blogspot.pt/

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  5. Aqui na zona também há muitas baratas. Temos muita sorte (e oxalá assim continue!) e não somos alvo delas. Não nos passeiam pela casa como em casas vizinhas. Eu (Telma) nem carne como. Mas rogo muitas pragas ao Pedro de cada vez que ele não me mata uma aranha... e por muito que a queira perceber eu (Pedro) não consigo matar sem necessidade, sem mais nem menos, como se costuma dizer. Isto há que saber lidar com o assunto. Mas lá que é difícil... Lá isso é !

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